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Sinais de alerta dos 0 aos 6 - identificar e saber intervir

6 de Maio entre as 18h e as 20h,  com  a Dr.ª Tânia Costa no Porto no AtmosferaM.

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Maus tratos Infantis - Paulo Sargento

Maus tratos Infantis - Paulo Sargento

Os maus tratos infantis foi o tema que juntou num ambiente de aprendizagem, partilha e discussão o Dr. Paulo Sargento Psicólogos, educadores, professores, pais, técnicos de saúde e técnicos da segurança social.

O Dr. Paulo Sargento iniciou a sessão abordando de uma forma geral os maus tratos focando-se nos sinais de alerta a ter em consideração. Foram-se apontando diversos aspectos, tendo sido de comum acordo a identificação de uma alteração de padrão comportamental, seja ele qual for, o maior sinal de alerta da existência de maus tratos. Alteração que geralmente marca uma mudança a nível comportamental e que nos permite mais facilmente contextualizar no tempo a existência de um acto marcante para a infância.

De seguida foi discutida a nova lei havendo algumas opiniões dísparas em relação à chamada “palmada pedagógica”. Foi relevante salientar a linha ténue entre uma palmada para educar e uma agressão física, assim como a diferença com que devamos avaliar uma nódoa negra numa mulher agredida e uma nódoa negra numa criança. Neste aspecto foram referidos valores culturais, questões de educação, contexto,…. Alicerçou-se ainda o acto de agressão como a “última” escolha que o adulto deva utilizar para educar como uma forma de justificar o não encontrar soluções para fazer de forma diferente. Mais uma vez se percebeu o quão sensível esta questão é.

A educação das crianças na perspectiva da protecção excessiva ou não das crianças foi também discutida assim como na violência as crianças que estão sujeitas diariamente na escola, na televisão, etc. Repensamos sobre se os desenhos animados são mais violentos actualmente ou anteriormente em que exemplos como o Popey ou o Coyote nos demonstram de como a violência esteve presente nos desenhos vistos actuais adultos sem que haja uma elação directa de causa efeito entre a visualização de violência e o ser um adulto violento.

 Referiu-se ainda os processos de protecção de menores, cujo caminho é geralmente atribulado e como o próprio processo em si se torna também “um mau trato” à criança que vai sofrendo perdas consecutivas e muitas vezes revive todo o quadro vezes sem conta.

O papel do educador/professor ou técnico que assiste ou percepciona um mau trato e como pode lidar com a situação de forma a manter-se protegido foi abordo também. A possibilidade de fazer um trabalho de partilha de informações, que podem também ser denuncias anónimas com a CPCJ é um dos caminhos. O caminho a evitar deve ser o da confrontação directa entre agredidos e suspeitos agressores pois a represália ou o agravamento dos maus tratos é geralmente uma consequência não desejada neste tipo de situações.

 

 
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